O preço que se paga é sempre abaixo do valor de negociação. Então não há motivo para reclamar.
Tudo que vibra, vibra por um estímulo e a fonte desse estímulo é como um centro de paradoxo: você sabe que existe, não devia existir e não sabe como existe, mas existe. Está tão intrinsecamente ligado a uma condição auto-infligida que qualquer coisa que ameace a fonte, ou abale a linha, é motivo para pânico.
 Pode ser isso tudo... Ou pode ser só a pressão vazando, aos poucos e fluindo naquela velha autodefesa, explodindo tudo pelo caminho, e quanto mais próximo, maior o dano. Precisava ser assim? Eu sempre procurei explodir em coisas palpáveis, e não me lembro de estar acostumado a ter tanta gente por perto... Como foi que tudo chegou onde chegou? Eu me tornei algum tipo de torturador? Por que as palavras que saem são justamente as que eu nunca devia pronunciar? Tantas outras coisas que deveriam sair e não saem... Acho que exprimem uma fraqueza que eu não posso me permitir sentir. Ou expor... E se não puder expor, talvez seja um jogo de ego em algum lugar dentro de mim.

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